Astroturfing como estratégia de pressão política nas convenções partidárias brasileiras
DOI:
https://doi.org/10.71381/pqa1hz21Palavras-chave:
Astroturfing; Convenções partidárias; Manipulação digital; Pré-candidaturas; Democracia representativa; Redes sociaisResumo
O texto analisa o uso do astroturfing como estratégia de manipulação política nas convenções partidárias brasileiras. Essa prática simula apoio popular por meio de ferramentas digitais, influenciando a escolha de candidatos com base em métricas artificiais. Pré-candidatos utilizam o astroturfing para pressionar dirigentes partidários, criando uma falsa percepção de legitimidade. As redes sociais, com seus algoritmos e perfis automatizados, potencializam essa dinâmica. A legislação eleitoral brasileira ainda carece de mecanismos eficazes para combater essa prática, que representa uma ameaça à autenticidade do processo democrático. Estudos de casos nacionais e internacionais ilustram os impactos do astroturfing na formação da opinião pública. O texto defende maior regulação, transparência e educação midiática para preservar a integridade eleitoral.
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